18 de novembro de 2010
VERGONHA!!!!!
25 de maio de 2009
Geisha I - Geisha, prostituição e relações pessoais

Ainda existe uma ideia errática, mesmo no Japão, sobre a natureza da profissão das Geisha.Geisha são vistas como prostitutas por muitos ocidentais. Contudo, a Geisha legitima não se envolve em sexo pago com os seus clientes. O seu propósito é o entreter o cliente, seja dançando, recitando versos, tocando os seus instrumentos musicais ou apenas conversando. Os acordos das Geisha podem incluir "flirt" com homens, contudo os clientes sabem que não podem esperar mais que isso. Num estilo social comum no Japão, os homens divertem-se com a ilusão daquilo que nunca se passará.
As Gesha são confundidas com as cortesãs de classe alta do período Edo conhecidas como Oiran, de onde elas evoluiram. Tal como as Geisha, as Oiran usavam penteados elaborados e maquilhagem branca, mas as Oiran atavam o obi à frente. Tem sido comum o pensamento de que o obi era atado desta forma para ser mais fácil de remover, embora a antropologista Liza Dalby tenha sugerido que era por ser pratica das mulheres casadas na época.
Durante o período Edo a prostituição era legal. Prostitutas como as Oirnan trabalhavam dentro de "distritos fechados", licenciados pelo governo. No século XVII, as Oiran por vezes contratavam homens a que chamavam "geisha" para actuarem nas suas festas. As primeiras Geisha foram então homens. No final do século XVIII, as mulheres bailarinas eram denominadas "Odoriko" e as novas e populares mulheres Geisha começaram a entreter homens em banquetes, em distritos não licenciados. Algumas foram presas por prostituição ilegal e enviadas para as zonas licenciadas, onde havia uma severa distinçao entre Geisha e prostitutas, e as Geisha eram proibidas de vender sexo. Em contraste, "machi geisha", que trabalhavam fora dos distritos licenciados, estavam muitas vezes envolvidos em prostituição ilegal.
Em 1872, logo após a restauração Meiji, o novo governo aprovou uma lei liberando prostitutas (shōgi) e Geisha (geigi). A denominação deste estatuto foi objecto de controvérsia. Alguns oficiais pensavam que prostitutas e geisha trabalhavam de duas formas na mesma profissão, vendendo sexo, e que todas as prostitutas deveriam assim ser chamadas de geisha. No final, o governo decidiu manter uma linha de separação entre os dois grupos, declarando que as geiha eram mais refinadas e não deveriam ser conspurcadas por associação com prostitutas.
Também as geisha que trabalhavam em cidades como Atami são denominadas onsen geisha. Onsen geisha tem má reputação devido ao facto da prostituição prevalecer em cidades como esta e devdo ao facto das prostitutas usarem o nome geisha, assim como também aos sórdidos rumores de coreografias de danças como "Shallow River" ( em que as "bailarinas" levamtam as saias do seu kimono muito alto). Contrastando com estas falsas "geisha", as verdadeiras onsen geisha que trabalhavam em Nagano em 1930, revelaram que no passado, mulheres assim eram muito pressionadas para vender sexo. Onsen são também nascentes de água quente naturais.
Era tradicional no passado para as Geisha, terem um patrono, chamado de danna. Um Danna era por norma um homem rico, por vezes casado, que tinha meios de sustentar as enormes despesas com o tradicional treino das geisha e outras despesas. Hoje isto por vezes ainda acontece, mas é raro.
Uma Geisha e o seu Danna podem ou não estar apaixonados, mas intimidade nunca é vista como recompensa pelo suporte financeiro do danna. As convenções e valores tradicionais nesta relação são muito intrincados e pouco entendidos, até pelos japoneses.
Embora seja verdade que as Geisha são livres para se envolverem numa realção com uma homem que ela tenha conhecido através do seu trabalho, tais relacionamentos são escolhidos cuidadosamente e raramente são futeis. A hanamachi é uma comunidade muito pequena e a boa reputação de uma geisha não é deitada fora de ânimo leve.
Imagens retiradas da internet
Fonte de informação wikipedia
27 de março de 2009
Pride of ??????

Apesar de tudo há uma ou outra coisa aqui que vale mesmo a pena e que para mim é exemplar.
Descobri hoje que Londres vai ser a cidade "hospedeira" do WORLDPRIDE em 2012. Isso é óptimo, pois dúvido se algum dia haverá sequer algum dia um Lisboa Pride ou Leiria Pride ou Porto Pride quanto mais um Worldpride a ser realizado em Portugal. Mas mais ainda é a coragem de certas instituições, grandes instituições ao patrocinarem estes eventos, como por exemplo o banco Lloyds TSB, assim como politicos a apoiarem e enaltecerem. Transcrevo abaixo o que disse o Mayor de Londres (perdoem-me ser em inglês):
Mayor of London, Boris Johnson said:
"I'm absolutely thrilled that London has won the right to host WorldPride in 2012. London has one of the largest and most diverse LGBT communities on the planet and it is a fantastic opportunity to inspire cities across the globe. In an Olympic year, the eyes of the world will already be on London and the city will give an enormous welcome to LGBT people, their friends and families, for what we want to be the most colourful and exciting WorldPride festival yet."
Ora aí têm as palavras de um politico sem medo!!!! Senhores políticos portugueses sigam bons exemplos e deixem-se de falsos puritanismos!!!
Parabéns a todos os patrocinadores, apoiantes e participantes destes acontecimentos. Em 2012 não sei, mas em Julho lá estarei!!!
LONDON PRIDE - sábado 4 de Julho de 2009
Where: Parade = Oxford St, Regent St, Trafalgar Square. Party = Soho, London
When: Festival Fortnight = 20th June - 5th July 2009. Parade Day = 4th July 2009
19 de março de 2009
Vergonhoso e Inaceitável
"ERA UMA VEZ....
A discussão sobre o casamento de homossexuais, ou, como eles dizem, o casamento entre pessoas do mesmo sexo (não será a mesma coisa, ou haverá alguém que queria casar com outrem do mesmo género que não seja gay?) tem agitado partidos e instituições, tem revelado paixões e tem causado muitas discussões.
Não é que me interesse muito que o Manuel case com o Joaquim ou que a Rosa junte os trapinhos com a Maria. Isso é lá com eles e com elas, entre marido e marido não meto a colher. Pois que se casem... e que tenham poucos filhos - é o que sinceramente lhes desejo. E quando deturpo propositadamente este dito popular, faço-o com convicção, não por mera e gratuita ironia. Entremos então, no campo da ficção e avancemos com esta história que um dia destes pode vir a ser realidade.
Era uma vez... duas pequenas comunidades, de fêmeas uma e de machos a outra. Elas gostavam de fêmeas e eles de machos. Gostavam tanto, tanto, tanto, que não viam outra alternativa para as suas vidas que não fosse unirem-se pelo casamento. Vai daí, e porque a grande comunidade onde estavam inseridos se mostrava renitente em conceder-lhes aval para a legal consumação desse desiderato que apaixonadamente perseguiam, decidiram virar costas à sociedade que os descriminava e não os entendia. De pois de inúmeras peripécias que pouco adiantariam a esta história, conseguiram autorização para habitar duas ilhas isoladas, lá para os lados das Bermudas. Elas ocupavam uma das ilhas e eles a outra, nada de misturas homens com homens, mulheres com mulheres.
Durante muitos anos assim viveram estas duas felizes comunidades. Extasiados com tanta felicidade, não se aperceberam que lentamente iam envelhecendo. Num repente, nos garbosos jovens começaram a notar-se as rugas e as cãs. Aqueles esbeltos corpos de há anos começavam, agora, a definhar. As naturais maleitas da velhice, os reumáticos, o cansaço, a falta de vista, as dores de cabeça..., ditavam a sua inexorável lei. A pouco e pouco foram desaparecendo os membros destas duas comunidades. Hoje um, amanhã mais dois, lá iam abandonando esta vida que haviam vivido intensamente. Por fim, as duas comunidades extinguiram-se.
As duas ilhas lá estão, desertas de humanos, apenas habitadas por chilreantes passarinhos que souberam acasalar, que se souberam reproduzir. A Mãe Natureza, nestas coisas, não perdoa... FIM!"
Esta é então a "linda" e chocante história contada pelo Exmo. Sr. Daniel Santos. Pois agora tenho a dizer a este e a todos e senhores e senhoras que pensam como ele, o seguinte: Esta história está extremamente mal contada porque o que aconteceria seria cada vez mais pessoas se irem juntando às comunidades já existentes nas ilhas. As pequenas comunidades iriam crescendo sempre e naturalmente o equilibrio se manteria.
Mas digo-lhes mais:
- A homossexualidade existe desde tempos imemoriais. Se não o sabiam pesquisem e leiam um pouco talvez assim deixem de ter esperanças de que desapareca. Antigo Egipto, Grécia, etc...é só procurar.
- A homossexualidade não é uma doença, nem um desvio comportamental. AMOR tal como não tem idades, não escolhe raças, nem credos, também NÃO TEM SEXO. Como tal o amor entre duas pessoas do mesmo sexo é normal (por muito que incomode ou choque).
- O casamento entre pessoas do mesmo sexo (usado o termo para diferenciar do casamento entre heterossexuais Sr. Daniel Santos) já é permitido em vários países do mundo e noutros a parceria civil. Não em Portugal, claro está! Como sempre estamos no rabo do mundo em tudo e com cabecinhas como as deste senhor é fácil perceber porque é que tal acontece e porque é que o nosso país não sai da cepa torta.
- Em alguns países também já é permitida a adopção por casais homossexuais e/ou inseminação ou barriga de aluguer. Quanto a este assunto não me venham com histórias de que uma criança para crescer saúdavel e equilibrada necessita de um pai e de uma mãe porque basta olhar à minha volta e só vejo é gente desiquilibrada e todos eles filhos de heterossexuais. Contra factos não há argumentos!!!!!!!
Uma criança para crescer saudável e equilibrada precisa é de crescer rodeada de pessoas equilibradas, harmoniosas e que lhe dem amor e educação tão simples quanto isso, o resto é conversa....
- Quanto à Mãe Natureza, Sr. Daniel Santos e afins, ela realmente não perdoa. De tal forma que o comportamento homossexual foi observado em 1.500 espécies animais (está na hora de fazer mais umas pesquisas não acha Sr. Director de jornal??). Animais que sem dúvida é a Mãe natureza que muito NATURALMENTE cria. E esta hein????? (citando o saudoso Fernando Peça)
Penso que só publicou este editorial porque os ingleses não sabem português, porque apesar de muito aqui ser fachada e de continuar a existir muita homofobia por aqui, esse tipo de texto normalmente dá direito a ir parar a tribunal.
Lamento sinceramente que textos como estes continuem a aparecer publicados e ainda por cima escritos por um pretenso director de jornal que irónicamente(só pode), na mesma página em baixo escreve uma nota da direcção dizendo "....A sua publicação insere-se na responsabilidade democrática que temos em aceitar a liberdade de expressão, de opinião e o direito à diferença."
Sem dúvida que todos somos livres a ter a nossa opinião e ser livres de o dizer tal como eu o estou a fazer, não temos porém o direito de criticar, desejar mal, etc, e NÃO RESPEITAR A DIFERENÇA, como você fez e muitos fazem.
26 de fevereiro de 2009
Harvey Milk

Hoje quero falar sobre pessoas diferentes. Há muitas pessoas no mundo, todas são diferentes, mas verdadeiramente diferentes e especiais há poucas.
Diferenças...quero falar de uma pessoa diferente, que já não habita entre nós, mas que foi uma pessoa muito especial e que lutou pelo direito à diferença.
Num mundo que cada vez mais vejo homofóbico e castrador, quero lembrar aqui alguém que lutou para que as pessoas pudessem ter a liberdade de SER!!!!
Eu confesso não conhecia este grande senhor, mas graças ao recente filme "Milk", espantosamente protagonizado por Sean Pen, passei a conhecer mais uma pessoa que lutou e venceu uma batalha muito importante na altura e que trouxe alguns benefícios ao tempo presente.
Harvey Milk foi o primeiro homem abertamente homossexual a vencer uma eleição para uma posição de poder na Camara em São Francisco. Sendo assim, e como seria de esperar naquela altura assim como ainda hoje, despertou muitos ódios e invejas, etc.
Em toda a consciência da sua posição, ele sabia que a hipótese de ser assassinado era grande e como tal em 18 de Novembro de 1977, ele fez uma gravação com instruções para ser ouvida apenas em caso de ser assassinado. Nela ele diz:
"If a bullet should enter my brain, let that bullet destroy every closet door."
Precisamente 1 ano depois, a 27 de Novembro de 1978, Milk e o Mayor Moscone foram assassinados por Dan White, um ex-policia que "chocou" com Milk por questões gay.
Depois de ter morto o Mayor, White entrou no escritório de Milk e disparou cinco tiros.
Harvey e pessoas como ele devem ser lembradas sempre e constantemente para que jamais alguém esqueça como é dificil e dura a conquista da liberdade.
Ainda hoje em dia ouço e leio coisas que me fazem pensar se realmente evoluímos alguma coisa. Ainda se matam pessoas por serem homossexuais, ainda há quem considere que a homossexualidade é uma doença, ainda há quem diga que amor verdadeiro só entre um homem e uma mulher e as maiores atrocidades são ditas por pessoas ditas "cultas" e "esclarecidas".
Por todos os que são homossexuais, pela diferença, pelo respeito devido a todos eu faço aqui a minha homenagem a todos e todas aquelas que lutaram e lutam como Milk.

I can be cut right down.
But I cannot fall back into my closet.
I have grown.
I am not myself.
I am too many.
I am all of us.
1 de fevereiro de 2009
Sandy Allen

Ontem há noite, vi um documentário extremamente interessante "Medical Remedies", que me impressionou no aspecto em que num mundo onde as "diferenças" continuam a ser tidas como más, existam pessoas "diferentes" tão especiais.
O programa era sobre gigantismo e explicava três causas de gigantismo, em três pessoas diferentes. Dois Senhores e uma Senhora, Sandy Allen, de quem eu vou falar um pouco.
Sandra Elaine Allen, conhecida como Sandy Allen, nasceu a 18 de Junho de 1955 no Illinois, Chicago e foi reconhecida como a mulher mais alta do mundo enquanto viva de acordo com o Guiness World Records. Ela media 2.32m.
Ela escreveu um livro intitulado Cast a Giant Shadow e apareceu no Guiness Book of Records desde 1976. Ela assegurou o titulo de mulher mais alta durant os últimos 18 anos da sua vida. A sua altura excessiva era devida a um tumor na glandula pituitária que causou a libertação incontrolada da hormona de crescimento. Aos 22 anos ela fez uma operação, sem a qual teria continuado a crescer e a sofrer mais problemas de saúde associados ao gigantismo.
De qualquer forma, segundo as suas palavras no dito documentário, não conseguiram retirar todo o tumor, o que provocou a continuação do crescimento de algumas partes do seu corpo, como o femur, os ossos do cranio, como o frontal, zigomático, mandíbula, etc..
Sandy apareceu no filme Il Casanova de Frederico Felini, num filme de TV chamado Side Show, num documentário Americo/Canadiano Being Different. A banda Neo Zelandesa Splitz End imortalizou-a na canção "Hello Sandy Allen" lançada em 1982, no album Time and Tide.
Sandy a partir de certa altura passou a usar cadeira de rodas porque as suas pernas e costas deixaram de suportar a sua estatura em pé. Também esteve de cama devido a doença e consequentemente os seus músculos atrofiaram. Por causa da sua limitação física, Sandy passou os seus últimos anos em Shelbyville, em Indiana, num centro de reformados, o mesmo que albergara Edna Parker, a anterior detentora do recorde de mulher mais idosa do mundo.
O jornal The Indianopolis Star informou que Sandy faleceu na madrugada de 13 de Agosto de 2008.
Adorava crianças e trabalhar com elas e como sempre teve orgulho da sua altura e usou o seu exemplo para ensinar a crianças que não há problema em ser diferente.
25 de janeiro de 2009
Shisha, Narguilé ou Cachimbo de Água.....

Narguilé é um cachimbo de água tilizado para fumar. Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, arguile, naguilé, etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de o fumo passar pela água antes de chegar ao fumador. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Médio Oriente e Sul da Ásia.
O Narguilé tem origem no Oriente. Uma das versões é a de que o narguilé teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de narguilés na Pérsia e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa "coco"). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o narguilé, já similar ao que conhecemos hoje (com base de ceramica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.
As cruzadas também auxiliaram a espalhar o narguilé pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países.
O Narguilé ganhou grande expansão em certas cidades da Europa, para onde emigraram em grande número povos árabes, libaneses, etc. Hoje é vulgar ver-se nas ruas de cidades como Londres, explanadas com locais, emigrantes e turistas a fumar Shisha (como é mais vulgarmente conhecido) e para acompanhar, beber o tradicional chá de menta.
Há tabaco especial para narguilés, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do acucar) e frutas ou aromatizantes. Embora também seja possível encontrar tabacos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.
De tal forma que quando à procura de Shisha para comprar (mais uma vez em Londres), o que se encontra à venda é o que é denominado de "Herbal Molasses". O "tabaco" de fruta ou flores.
Existem os sabores mais variados, desde maçã (um dos mais apreciados), morango, pessego, coco, uva e misturas de frutos, a café, menta e até já li algures que existe de coca-cola e red bull (embora não eu não acredite que estes sejam os mais saudáveis).
O narguilé é formado pelas seguintes peças:
- Base: peça central do narguilé. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sumos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.
- Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e liga-se à base. Na base, projecta um tubo para dentro da água, que conduz o fumo.
- Fornilho (rosh ou cabeça): peça de barro ou ceramica onde se coloca o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.

- Abafador ou chaminé: Artefacto em metal (muitas vezes descartável), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.
- Mangueira: é por onde se aspira o fumo. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Pode haver mais de uma mangueira para que várias pessoas fumem ao mesmo tempo (porém estes com válvulas especiais, ou de contrário os utilizadores não poderão "puxar" o fumo simultaneamente). Em narguilés usados em locais públicos, como bares, frequentemente usa-se uma peça plástica removível na ponta da piteira, género boquilha, pro questões higiénicas. No interior das caixas de Shisha são fornecidas várias boquilhas, que embora tenham um suposto tamanho universal, nem sempre cabem na piteira.
Há vários tipos de mangeiras e por isso é necessário ter atenção pois algumas não são laváveis. As que são, como as de plástico no exterior, devem ser lavadas com alguma frequência no seu interior.
A válvula de ar, deve ser retirada e do seu interior a bola e lavado de 15 em 15 utilizações. De resto todas as peças do Narguilé podem e devem ser lavadas para evitar depósitos de carvão, do sumo das " Herbal Molasses" e para que a qualidade e sabor do fumo não sofram alterações.
Funcionamento do Cachimbo de água: quando se aspira o ar pela mangueira, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, passa pela água, onde é resfriada e filtrada, retém particulas sólidas. O fumo segue pela mangueira até ser aspirado pelo fumador e expirada logo em seguida.
"As tendas abertas por diante deixavam ver os grandes lustres pendentes, os tapetes da Meca e de Damasco, onde se encruzavam as soberbas figuras dos xeques, fumando gravemente o narguilé." - Eça de Queirós (Notas Contemporaneas)
Fumar Shisha, Narguilé, Cachimbo de Água (escolham o nome que mais gostarem) não é definitivamente o mesmo que fumar tabaco, seja ele de que tipo for. Tem um encanto, é um cerimonial, algo de muito próprio. Saboroso, pacificador, simplesmente único!!!
Fonte de informação: Wikipédia
Última foto de Helena Raposo
26 de novembro de 2008
Amor aos Animais II

Há algum tempo atrás, não me lembro onde, li que não era possível um cão permanecer em pés durante muito tempo pois isso faria com que morresse. A explicação cientifica, que também não me lembro qual era, estava lá. Mas a verdade é que nem tudo é tão linear. Ora aqui têm um exemplo , em como nem sempre as coisas são como se pensa e espera.
Faith nasceu pouco antes do Natal de 2002. Nasceu de uma cadela pura Chow Chow. Faith não era a única cria a nascer com deficiências, mas os donos dela não sabem ao certo o número exacto de cachorros da ninhada, pois "Princess", mãe de Faith não era deles.
O que é certo é que Fatih foi a única cria com deficiência que sobreviveu.
A familia Stringfellows levou-a de imediato ao veterinário que sugeriu eutanásia. Mas a familia levou-a para casa. Faith tinha 3 patas, mas a pata da frente esquerda era muito deformada. Esta pata foi removida quando ela tinha 7 meses pois começou a atrofiar. Após a amputação a familia dividiu-se para fazer turnos, tratando de Faith para que esta recuperasse.
Mas o maior desafio veio depois, pois ela não poderia viver arrastando-se no chão. Então eles começaram a motivá-la a por-se em pé, oferecendo-lhe a sua goluseima favorita, manteiga de amendoim. Cedo aprendeu a sentar-se. E depois, um dia, ela começou a andar.
Em pouco tempo Faith, hoje com 5 anos, andava a correr atrás dos gansos no parque.Hoje Faith acompanha a dona Jude em passeios de motivação aos hospitais de veteranos."Quando as pessoas a vêm, diz Jude, muitas vezes choram. Eles percebem que se Faith pode fazer isto, não há nada que eles não possam fazer."
O site de Faith: http://www.faiththedog.net/
Se não é possivel um cão viver em pé, então Faith anda há 5 anos a desafiar as leis da natureza...
Aqui fica uma história verdadeiramente inspiradora, exemplar e que dá Fé a qualquer um!
Bravo Faith!!!!






