19 de dezembro de 2011
La na ceu bô e um estrela ki kata brilhá
17 de julho de 2011
Harry Potter
1 de junho de 2011
English Nursery Rhymes

Humpty Dumpty had a great fall
All the King's horses and all the King's men
Couldn't put Humpty together again."
29 de abril de 2011
Mother/Son

I saw the mother's wedding, long time ago, i was a child and yet i remember rather well seen it on the tv. It was a fairy tale wedding for the world to see.

22 de abril de 2011
Ishtar!

Ishtar era um dos muitos nomes representativos do "Feminino Sagrado", da "Deuss Divina", atribuída pelos pagãos mais de 4.000 anos antes de Cristo. Ishtar, Vénus, Astarte, etc, eram todos poderosos conceitos femininos ligados à Mãe Natureza e à Terra. Ishtar era celebrada pela altura da primavera, equinócio, como sinal do renascimento, ressurgimento da natureza após as agruras do inverno. esta celebração pagão foi absorvida pela Igreja, sobrepondo as celebrações da Páscoa (ressurreição de Cristo), à celebração de Ishtar (renascimento da mãe natureza), para que fosse mais fácil converter os pagãos e como tentativa de acabar com celebrações pagãs.
Esta como muitas outras celebrações e muitos simbolos utilizados pela igreja, não lhes pertencem ou não lhes pertenciam, foram apenas "retirados" aos seus devidos possuidores, e depois foram-lhes atribuidos novos nomes, novos sentidos. Nada é novo...tudo se transforma. Apenas acho que não é bom esquecer o que de bom havia e foi deturpado e distorcido, seja por quem for. Boa Ishtar para todos, que a Mãe Natureza seja complacente com todos nós, apesar de todo o mal que lhe fazemos diariamente e que a Deusa Sagrada permaneça sempre acesa nos vossos corações.
26 de março de 2011
Fecking funny!
Talking about english sense of humour....it's simply sharp and to laugh with gusto!
BRAVO "meladies"!!!!!
10 de junho de 2009
Horóscopo Cigano

PUNHAL.......... (21/03 a 20/04)
COROA.......... (21/04 a 20/05)
CANDEIAS.....(21/05 a 20/06)
RODA............(21/06 a 21/07)
ESTRELA........(22/07 a 22/08)
SINO..............(23/08 a 22/09)
MOEDA..........(23/09 a 22/10)
ADAGA ...........(23/10 a 21/11)
MACHADO.....(22/11 a 21/12)
FERRADURA...(22/12 a 20/01)
TAÇA.............(21/01 a 19/02)
CAPELA..........(20/02 a 20/03)
O Punhal é a imagem da luta e vontade de vencer. Representa honra, vitória e êxitos. Os ciganos também usavam o punhal para abrir matas, sendo então, símbolo de superação e pioneirismo. A pessoa sob esta influência é uma pessoa irrequieta, firme e dona de si mesma. Ousada, tem uma personalidade forte e odeia ser subestimada. Quando isso ocorre, torna-seagressiva.
Ama demais, é fiel e adora sexo. Não é econômica, mas sabe controlar o dinheiro.
Sai-se bem em desportos, artes marciais e cargos de chefia e liderança.
COROA (21/04 a 20/05)
Relaciona-se ao ouro e a nobreza. É símbolo de amor puro, força, poder e elegância, o que torna a pessoa desse elemento valorizada e importante.
A pessoa sob esta influência luta pelo que quer, pois a estabilidade financeira lhe é fundamental. Nasceu para administrar e querer ser dona do seu próprio trabalho. É fiel no amor, sensível e não suporta que briquem com os seus sentimentos. Gosta das artes e tem grande criatividade para trabalhar nesse setor.
CANDEIAS (21/05 a 20/06)
Representa as luzes e a verdade, portanto a sabedoria e a clareza de idéias.
As candeias eram usadas para iluminar os acampamentos. Também simbolizam a esperteza e a vivacidade. A pessoa sob esta influência é comunicativa e tem uma inteligência brilhante fazendo muitos amigos. Adora estudar e pesquisar, principalmente o que se relaciona com ela mesma.. É romântica e nunca desiste de uma conquista, mesmo que não se envolva por completo. Quando quer algo, consegue.
RODA (21/06 a 21/07)
Por representar o ir e vir e estar relacionada à Lua, pela sua forma arredondada, as pessoas regidas por este signo tem uma forte ligação com as mulheres e gestantes em geral. A emoção é a palavra que traduz a sua maneira de ser. A Roda move a sua vida na alegria e na tristeza. É dócil tranqüila, mas, quando se irrita, 'sai de baixo!'. É um pouco insegura e tem uma certa tendência à nostalgia. Ama com intensidade e sente muito ciúme.
ESTRELA (22/07 a 22/08)
A estrela cigana possui seis pontas, formando dois triângulos iguais, que indicam a gualdade entre o que está acima e o que está abaixo.
Representa sucesso e evolução interior. A pessoa que nasce sob esta influência é otimista e 'alto astral', nasceu para brilhar. Vive a vida intensamente e tem um talento especial para atrair as pessoas. Vive rodeada de amigos, mas tem a mania de querer que tudo seja como deseja. Conseguirá ótimas oportunidades como atriz, dançarina, modelo, cantora, etc.
SINO (23/08 a 22/09)
Exatidão e perfeição. Nos séculos passados, o sino era usado como relógio, e os ciganos associaram-no à pontualidade, à disciplina e à firmeza.. A pessoa sob esta influência é bastante organizada, ambiciosa, e supera sempre as suas próprias expectativas. Acha que a vida é para ser aproveitada nos mínimos detalhes, porém, com consciência e sem exageros. Muito inteligente, analisa e critica tudo o que está ao seu redor. Dá-se bem a trabalhar em administração.
MOEDA (23/09 a 22/10)
A moeda é associada ao equilíbrio e à justiça e relacionada à riqueza material e espiritual, que é presentada pela cara e coroa. Para os ciganos, cara é o ouro físico, e coroa, o espiritual. A pessoa sob esta influência é sensível, charmosa, vive de amores e sentimentos. Tem de estar apaixonada sempre. As atenções voltam-se para si facilmente. Tem talentos artísticos e decorativos. Adora ajudar as pessoas e vive para isso. Razão pela qual está sempre cercada de amigos e companheiros.
ADAGA (23/10 a 21/11)
A adaga é entregue ao cigano quando ele sai da adolescência e ingressa na vida adulta. Por isso, é associada também à morte, ou seja, às mudanças necessárias que a vida nos oferece para crescermos. A pessoa sob esta influência tem um temperamento forte e enigmático, torna-se irresistível e respeitada. Possui uma mente analítica, percebendo tudo o que está ao seu redor. Procura sempre aprofundar-se no que está à sua volta, seja no amor ou no trabalho. Ama de maneira sensual e arrebatadora.
MACHADO (22/11 a 21/12)
O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras. Ele simboliza a liberdade pois rompe com todas os obstáculos que a natureza impõe. A pessoa sob esta influência tem a liberdade como preferida. Aventureira, jamais permanece parada num só lugar. É como o vento, que tudo toca, em tudo está, mas em nada fica. Otimista, até as dores para si são sinais de alegria.
Apaixona-se e desapaixona-se facilmente. Dá-se bem com trabalhos sem rotinas em que possa aprender sempre.
FERRADURA (22/12 a 20/01)
A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte e a fortuna, e afasta o azar. A pessoa sob esta influência tem bom senso, às vezes até se torna séria demais. Tem, então, de se soltar um pouco mais. Raramente, confia em alguém. Procura amores estáveis e concretos. Pretende casar e ter filhos. É completamente familiar, ama os poucos amigos que tem e dedica-se profissão.
TAÇA (21/01 a 19/02)
É união e receptividade, pois qualquer líquido cabe nela e adquire a sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos tomam vinho numa única taça que representa valor e comunhão. A pessoa sob esta influência sente uma grande preocupação com os assuntos à sua volta. Inteligente, humana, inquieta, tem vários amigos sinceros. Original, está sempre a inovar.
Vive em busca da felicidade. No amor, aprecia a sinceridade e a fidelidade.
CAPELA (20/02 a 20/03)
Representa o grande Deus. É sinal de religiosidade e fé. É o local onde todos entram em contato com o seu Deus interior e onde desperta a força e o amor. A pessoa sob esta influência é emotiva, sensível, leal, justa, espiritualizada e sonhadora. É o próprio amor encarnado. Tem muita força espiritual e dons para clarividência. Ama cegamente e, às vezes, desilude-se. É romântica e carinhosa. Quanto ao trabalho, gosta de
tudo o que se relaciona com ajudar o próximo.
25 de maio de 2009
Geisha I - Geisha, prostituição e relações pessoais

Ainda existe uma ideia errática, mesmo no Japão, sobre a natureza da profissão das Geisha.Geisha são vistas como prostitutas por muitos ocidentais. Contudo, a Geisha legitima não se envolve em sexo pago com os seus clientes. O seu propósito é o entreter o cliente, seja dançando, recitando versos, tocando os seus instrumentos musicais ou apenas conversando. Os acordos das Geisha podem incluir "flirt" com homens, contudo os clientes sabem que não podem esperar mais que isso. Num estilo social comum no Japão, os homens divertem-se com a ilusão daquilo que nunca se passará.
As Gesha são confundidas com as cortesãs de classe alta do período Edo conhecidas como Oiran, de onde elas evoluiram. Tal como as Geisha, as Oiran usavam penteados elaborados e maquilhagem branca, mas as Oiran atavam o obi à frente. Tem sido comum o pensamento de que o obi era atado desta forma para ser mais fácil de remover, embora a antropologista Liza Dalby tenha sugerido que era por ser pratica das mulheres casadas na época.
Durante o período Edo a prostituição era legal. Prostitutas como as Oirnan trabalhavam dentro de "distritos fechados", licenciados pelo governo. No século XVII, as Oiran por vezes contratavam homens a que chamavam "geisha" para actuarem nas suas festas. As primeiras Geisha foram então homens. No final do século XVIII, as mulheres bailarinas eram denominadas "Odoriko" e as novas e populares mulheres Geisha começaram a entreter homens em banquetes, em distritos não licenciados. Algumas foram presas por prostituição ilegal e enviadas para as zonas licenciadas, onde havia uma severa distinçao entre Geisha e prostitutas, e as Geisha eram proibidas de vender sexo. Em contraste, "machi geisha", que trabalhavam fora dos distritos licenciados, estavam muitas vezes envolvidos em prostituição ilegal.
Em 1872, logo após a restauração Meiji, o novo governo aprovou uma lei liberando prostitutas (shōgi) e Geisha (geigi). A denominação deste estatuto foi objecto de controvérsia. Alguns oficiais pensavam que prostitutas e geisha trabalhavam de duas formas na mesma profissão, vendendo sexo, e que todas as prostitutas deveriam assim ser chamadas de geisha. No final, o governo decidiu manter uma linha de separação entre os dois grupos, declarando que as geiha eram mais refinadas e não deveriam ser conspurcadas por associação com prostitutas.
Também as geisha que trabalhavam em cidades como Atami são denominadas onsen geisha. Onsen geisha tem má reputação devido ao facto da prostituição prevalecer em cidades como esta e devdo ao facto das prostitutas usarem o nome geisha, assim como também aos sórdidos rumores de coreografias de danças como "Shallow River" ( em que as "bailarinas" levamtam as saias do seu kimono muito alto). Contrastando com estas falsas "geisha", as verdadeiras onsen geisha que trabalhavam em Nagano em 1930, revelaram que no passado, mulheres assim eram muito pressionadas para vender sexo. Onsen são também nascentes de água quente naturais.
Era tradicional no passado para as Geisha, terem um patrono, chamado de danna. Um Danna era por norma um homem rico, por vezes casado, que tinha meios de sustentar as enormes despesas com o tradicional treino das geisha e outras despesas. Hoje isto por vezes ainda acontece, mas é raro.
Uma Geisha e o seu Danna podem ou não estar apaixonados, mas intimidade nunca é vista como recompensa pelo suporte financeiro do danna. As convenções e valores tradicionais nesta relação são muito intrincados e pouco entendidos, até pelos japoneses.
Embora seja verdade que as Geisha são livres para se envolverem numa realção com uma homem que ela tenha conhecido através do seu trabalho, tais relacionamentos são escolhidos cuidadosamente e raramente são futeis. A hanamachi é uma comunidade muito pequena e a boa reputação de uma geisha não é deitada fora de ânimo leve.
Imagens retiradas da internet
Fonte de informação wikipedia
17 de maio de 2009
Senhor Santo Cristo dos Milagres

Senhor Santo Cristo dos Milagres por Helena RaposoMinha Avó contou-me em pequena muitas histórias sobre esta magnifica imagem. Contou-me que a Madre Tereza da Anunciada cortava as unhas da imagem e que o cabelo crescia-lhe e que após a morte da Madre Tereza tanto as unhas como o cabelo deixaram de cresçer. Outra história é que uma das vezes que tentaram enviar a imagem para o Continente para restauro, que se levantou uma tempestade e o barco não pode sair. Outra ainda, que foram oferecidas duas velas para acender junto à imagem, velas estas que teriam dentro bombas. Tentou-se acender as velas, mas de todas as vezes elas se apagavam inexplicavelmente.
Histórias que são contadas por muitas pessoas, estas e outras versões. Verdadeiras ou não, o que é certo é que a fé que inspira esta imagem é verdadeiramente arrepiante.
Por toda a cidade as ruas enchem-se de luzes. Lindos e coloridos tapetes de azaleas e serradura cobrem as ruas para celebrar o Senhor Santo Cristo.
Sábado a procissão é à volta do Campo de São Francisco. A imagem sai do Convento Nossa Senhora da Esperança e vai para a Igreja do Convento, onde até há poucos anos atrás a imagem passava a noite e com ela muitos fieis em vigilia. Mas eram tantos que passaram a mudar a imagem para a Igreja de São José, também no Campo de São Francisco, à meia-noite de sábado para domingo.
No domingo a imagem volta ao Adro da Igreja do Convento, onde é celebrada uma missa campal e à tarde a procissão efectua-se, pela cidade, durante aproximadamente 5 horas.
Origem da imagem:
No Convento da Caloura, em Água de Pau, começa a história do culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em S. Miguel. Reza a tradição que foi neste lugar que se erigiu o primeiro Convento de Religiosas nesta Ilha, convento cuja fundação se deveu, principalmente, à piedade das filhas de Jorge da Mota, de Vila Franca do Campo.
Mas para que tal comunidade fosse estabelecida como devia, foi necessário que alguém fosse a Roma impetrar a respectiva Bula Apostólica. Largaram, por isso, de S. Miguel a caminho da Cidade Eterna, duas religiosas. Aí solicitaram ao Papa o desejado documento. Tão bem se desempenharam dessa missão que o Sumo Pontífice não só lhes passou a ambicionada Bula como ainda lhes ofereceu uma Imagem do Ecce Homo. De regresso a Vale de Cabaços, a singular imagem foi posta num nicho onde se conservou por poucos anos.
Porque o lugar era ermo e muito exposto às incursões dos piratas, o pequeno Mosteiro ficou, certo dia, deserto, pois parte das religiosas seguiu para Santo André, de Vila Franca do Campo, e a outra parte se encaminhou para Ponta Delgada, para o Mosteiro da Esperança, acabado de fundar pela viúva do Capitão Donatário, Rui Gonçalves da Câmara.
Mas a Imagem do Senhor Santo Cristo não ficou esquecida porque a religiosa galega Madre Inês de Santa Iria a quis trazer para Ponta Delgada.
Irmandade do Senhor Santo Cristo
5 de maio de 2009
Geisha
Para quem tiver curiosidade em saber alguma coisa sobre estas mulheres que vivem uma tradição tão antiga, aqui têm alguma informação. Irei fazendo posts sobre o assunto uma vez que é bastante extenso.
Uma mulher de 21 anos, é de facto considerada demasiado velha para ser Maiko e inicia-se como Geisha quando entra para a comunidade. Contudo, aquelas que se iniciam como Maiko têm mais prestigio nas suas vidas profissionais.
As Geisha de Tokio não seguem o processo de aprendizagem ritualizado das Maiko de Kioto. O período de treino pode ser de seis meses a um ano - notavelmente mais curto do que o as Maiko de Kioto - antes da sua "estreia" como Geisha. A aprendiz é referida como Han'gyoku (半玉), ou "Meia jía", ou pelo termo mais genérico de O-shaku (御酌), literalmente "aquela que serve álcool". Em média, as Geisha de Tokio são por norma mais velhas que as de Kioto, sendo muitas delas licenciadas.
Tradicionalmente, elas iniciavam o seu treino muito novas e embora algumas raparigas fossem vendidas às casas de Geisha (Okiya) enquanto crianças, isto não era prática comum nos distritos com maior reputação. Filhas de Geisha eram frequentemente criadas também como Geisha, normalmente como sucessoras (atotori - herdeira).
O primeiro estágio de treino era denominado de shikomi. As raparigas quando chegavam à Okiya, eram postas a trabalhar como criadas, fazendo todo o tipo de trabalho doméstico que fosse necessário. O trabalho era difícil e tinha o intento de "fazer" e "quebrar" as novas raparigas. As Shikomi mais novas da casa tinham de esperar até altas horas da noite que a Geisha sénior regressasse dos seus compromissos. Durante este estágio de treino, as Shikomi tinham aulas nas Hanamachi (distritos das Geisha) Escola de Geisha. Hoje em dia, este estádio ainda existe para acostumar as raparigas ao dialecto tradicional e às tradições.
Após a principiante se tornar proficiente nas artes das Geisha e passar um difícil exame de dança, ela era promovida a um segundo estágio de treino : Minarai. As Minarai eram libertas das suas obrigações domésticas. O estádio Minarai foca-se no campo de treino. Embora Minarai frequentem ozashiki (banquetes em que os convidados são servidos por Geisha), elas não participam a um nível avançado. O seu kimono, mais elaborado do que as Maiko, é suposto fazer a conversa por elas. As Minarai podem ser contratadas para festas mas não são normalmente pessoas convidadas (embora bem vindas) nas festas que as suas "irmãs mais velhas" (As Seniores ou Mentoras das Minarai) frequentam. Elas cobram 1/3 hanadai pelo seu trabalho. As Minarai normalmente trabalham com uma certa casa de chá (denominada minarai-jaya) aprendendo com a okaa-san (literalmente "mãe", a proprietária da casa). Dela, elas aprendem técnicas de conversar e jogar, que não lhes são ensinadas na escola. Este estádio dura mais ou menos um mês.
Maiko numa casa de chá com o seu esplendoroso obi
Depois de um pequeno período de tempo, o terceiro e mais famoso estádio de treino inicia-se e as estudantes são chamadas de Maiko. Maiko (literalmente "bailarina") são aprendizes de Geisha e este estádio pode durar anos. As Maiko aprendem da sua Geisha sénior e acompanham-na em todos os seus compromissos. A relação entre Onee-san e Imouto-san (senior/junior, literalmente "irmã mais velha/ irmã mais nova") é importante. Uma vez que a Onee-san ensina a sua Maiko tudo sobre trabalhar em hanamachi, estes seus ensinamentos são vitais.
Ela ensinar-lhe-á a forma certa de servir chá, a tocar shamisen, a dançar, a conversar e mais. A Onee-san até ajuda a escolher o novo nome profissional da sua Maiko muitas vezes com símbolos relacionados com o seu próprio nome. Existem variações regionais. As Geisha de Tokio são consideradas mais afoitas e as de Kioto mais sérias.
25 de abril de 2009
10 de março de 2009
New Foundling Museum
Free afternoon concerts
Free with museum admission (£5, concessions £4).
Sunday 15 March
Sunday afternoon concert
3pm – 4pm
Leoma Dyke (soprano), Claire Williams (harpsichord), Jan Zahourek (viola da gamba) and Helena Raposo (lute).
Programme includes works by Handel, Monteverdi, Merula and Caccini.
Se está em Londres vá assistir!!!
25 de janeiro de 2009
Shisha, Narguilé ou Cachimbo de Água.....

Narguilé é um cachimbo de água tilizado para fumar. Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, arguile, naguilé, etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de o fumo passar pela água antes de chegar ao fumador. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Médio Oriente e Sul da Ásia.
O Narguilé tem origem no Oriente. Uma das versões é a de que o narguilé teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de narguilés na Pérsia e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa "coco"). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o narguilé, já similar ao que conhecemos hoje (com base de ceramica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.
As cruzadas também auxiliaram a espalhar o narguilé pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países.
O Narguilé ganhou grande expansão em certas cidades da Europa, para onde emigraram em grande número povos árabes, libaneses, etc. Hoje é vulgar ver-se nas ruas de cidades como Londres, explanadas com locais, emigrantes e turistas a fumar Shisha (como é mais vulgarmente conhecido) e para acompanhar, beber o tradicional chá de menta.
Há tabaco especial para narguilés, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do acucar) e frutas ou aromatizantes. Embora também seja possível encontrar tabacos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.
De tal forma que quando à procura de Shisha para comprar (mais uma vez em Londres), o que se encontra à venda é o que é denominado de "Herbal Molasses". O "tabaco" de fruta ou flores.
Existem os sabores mais variados, desde maçã (um dos mais apreciados), morango, pessego, coco, uva e misturas de frutos, a café, menta e até já li algures que existe de coca-cola e red bull (embora não eu não acredite que estes sejam os mais saudáveis).
O narguilé é formado pelas seguintes peças:
- Base: peça central do narguilé. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sumos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.
- Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e liga-se à base. Na base, projecta um tubo para dentro da água, que conduz o fumo.
- Fornilho (rosh ou cabeça): peça de barro ou ceramica onde se coloca o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.

- Abafador ou chaminé: Artefacto em metal (muitas vezes descartável), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.
- Mangueira: é por onde se aspira o fumo. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Pode haver mais de uma mangueira para que várias pessoas fumem ao mesmo tempo (porém estes com válvulas especiais, ou de contrário os utilizadores não poderão "puxar" o fumo simultaneamente). Em narguilés usados em locais públicos, como bares, frequentemente usa-se uma peça plástica removível na ponta da piteira, género boquilha, pro questões higiénicas. No interior das caixas de Shisha são fornecidas várias boquilhas, que embora tenham um suposto tamanho universal, nem sempre cabem na piteira.
Há vários tipos de mangeiras e por isso é necessário ter atenção pois algumas não são laváveis. As que são, como as de plástico no exterior, devem ser lavadas com alguma frequência no seu interior.
A válvula de ar, deve ser retirada e do seu interior a bola e lavado de 15 em 15 utilizações. De resto todas as peças do Narguilé podem e devem ser lavadas para evitar depósitos de carvão, do sumo das " Herbal Molasses" e para que a qualidade e sabor do fumo não sofram alterações.
Funcionamento do Cachimbo de água: quando se aspira o ar pela mangueira, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, passa pela água, onde é resfriada e filtrada, retém particulas sólidas. O fumo segue pela mangueira até ser aspirado pelo fumador e expirada logo em seguida.
"As tendas abertas por diante deixavam ver os grandes lustres pendentes, os tapetes da Meca e de Damasco, onde se encruzavam as soberbas figuras dos xeques, fumando gravemente o narguilé." - Eça de Queirós (Notas Contemporaneas)
Fumar Shisha, Narguilé, Cachimbo de Água (escolham o nome que mais gostarem) não é definitivamente o mesmo que fumar tabaco, seja ele de que tipo for. Tem um encanto, é um cerimonial, algo de muito próprio. Saboroso, pacificador, simplesmente único!!!
Fonte de informação: Wikipédia
Última foto de Helena Raposo










